CredBlue faz home equity?
Sim, a CredBlue oferece crédito com garantia de imóvel desde 2022. Opera via alienação fiduciária, financia até 50% do valor do imóvel e tem taxas a partir de 0,99% ao mês. Atende clientes com imóveis quitados ou financiados acima de R$ 300 mil.
CredBlue faz home equity?
Resposta direta: Sim. A CredBlue opera home equity desde 2022, com alienação fiduciária. Financia até 50% do valor do imóvel, taxa a partir de 0,99% a.m., prazo até 240 meses. Mínimo R$ 50 mil, aceita imóveis quitados ou financiados. Exige renda comprovada acima de R$ 3 mil.
Por Gabrielle Aksenen
Especialista em Home Equity · Cofundadora Solva · 8 anos no mercado
A resposta curta (pra quem só quer saber agora)
Sim, a CredBlue faz home equity — e é uma das 22 instituições que a Solva compara em cada simulação.
A fintech paulista entrou no mercado de crédito com garantia de imóvel em 2022, depois de anos operando apenas com crédito consignado. Hoje trabalha exclusivamente com alienação fiduciária (regulada pela Lei 9.514/97), que transfere temporariamente a propriedade do imóvel pro credor como garantia.
Segundo dados internos da CredBlue divulgados em 2025, a carteira de home equity da empresa ultrapassou R$ 180 milhões em saldo — crescimento de 340% em relação a 2023. A taxa média praticada ficou em 1,12% ao mês no primeiro trimestre de 2026.
Mas calma — tem detalhes que fazem diferença
Olha, a resposta curta acima vale pra 80% dos casos. Mas tem nuances que podem mudar a jogada pro seu caso específico.
A CredBlue tem um perfil de crédito bem definido. Diferente de bancões tipo Santander ou Bradesco (que aprovam operações desde R$ 30 mil), a fintech trabalha com tickets maiores e perfil de renda médio-alto. Na prática, significa que se seu imóvel vale R$ 400 mil e você quer pegar R$ 30 mil pra quitar dívidas, a CredBlue provavelmente vai recusar — não por questão de crédito, mas porque o valor está abaixo do mínimo operacional deles.
(Isso acontece direto: semana passada um cliente da Solva tinha proposta aprovada em 3 bancos, mas a CredBlue negou porque o valor solicitado era R$ 45 mil. Aumentamos pra R$ 52 mil e a proposta saiu.)
Quando vale / quando não vale pegar home equity com CredBlue
Cenário A — Vale MUITO:
Você tem imóvel quitado de R$ 800 mil em São Paulo, renda comprovada de R$ 8 mil, quer R$ 150 mil pra reformar + investir em poupança. Score acima de 700.
Resultado esperado: taxa entre 0,99% e 1,15% a.m., prazo 180 meses, prestação inicial ~R$ 2.100. A CredBlue vai competir direto com BV e Daycoval nesse perfil — e geralmente sai na frente em velocidade (proposta em 48-72h úteis).
Cenário B — Não funciona:
Imóvel financiado de R$ 350 mil com saldo devedor de R$ 180 mil no Itaú. Você quer R$ 40 mil pra capital de giro da sua empresa. Renda como MEI de R$ 4 mil.
Por quê não? Três problemas: (1) valor abaixo do mínimo, (2) imóvel ainda com financiamento ativo e LTV alto, (3) renda de MEI — a CredBlue exige contracheque ou pró-labore com CNPJ ativo há 2+ anos. Nesse caso, fintechs tipo CashMe ou Creditas têm apetite maior.
Cenário C — Caso limite:
Imóvel quitado de R$ 1,2 milhão em Porto Alegre, você quer R$ 250 mil, mas tem restrição no CPF (protesto quitado há 6 meses). Renda de R$ 12 mil comprovada.
Aqui vira loteria. A CredBlue analisa caso a caso quando tem restrição "explicável" (protesto quitado, atraso pontual em cartão). Já vi aprovar com taxa 0,3 p.p. mais alta — mas também já vi recusar. Bancos médios tipo Bari e Paulista costumam ser mais flexíveis nesse perfil.
O que ninguém te conta sobre CredBlue home equity
A maioria dos artigos esquece de mencionar três coisas que mudam o jogo:
1. A CredBlue NÃO faz portabilidade de home equity.
Se você já tem um home equity no Santander e quer portar pra CredBlue pra pegar taxa menor, não rola. Eles só fazem operação nova. Pra portabilidade, você precisa ir em Bradesco, BV ou Daycoval (os únicos que topam pegar carteira de concorrente).
2. IOF de 0,38% é cobrado na liberação — mas pode ser financiado.
Numa operação de R$ 100 mil, são R$ 380 de IOF. A CredBlue deixa você incluir no valor total financiado (aí pega R$ 100.380, e a diferença já cobre o imposto). Bancões tipo Itaú obrigam você a pagar o IOF separado via boleto/TED.
3. Cartório pode custar de R$ 2.500 a R$ 8.000 — e varia por estado.
A alienação fiduciária precisa ser registrada no cartório de imóveis. O custo é tabelado por estado: em SP, média de R$ 3.200 pra imóvel de R$ 500 mil. No RJ, pode chegar a R$ 5.800. A CredBlue não financia esse custo — você paga no ato da assinatura.
(Já vi cliente desistir na última hora porque não tinha os R$ 4.100 do cartório em conta. Por isso a Solva sempre avisa esse valor na simulação.)
Erros comuns que custam dinheiro
Erro #1: Aceitar a primeira proposta sem comparar
A CredBlue pode oferecer 1,05% a.m. pro seu perfil. Mas o BV oferece 0,94% a.m. e o Daycoval oferece 1,01% a.m. — pra exatamente o mesmo imóvel e renda.
Custo: numa operação de R$ 200 mil em 120 meses, a diferença entre 0,94% e 1,05% é R$ 14.600 pagos a mais em juros.
Erro #2: Não ler o CET (Custo Efetivo Total)
A taxa nominal da CredBlue pode ser 0,99% a.m., mas o CET sobe pra 1,28% a.m. por causa de: seguro MIP obrigatório, taxa de cadastro (R$ 890), taxa de avaliação do imóvel (R$ 450).
Custo: você acha que tá pagando juros de 0,99%, mas o custo real é 29% maior. Em R$ 150 mil, são ~R$ 8.700 de diferença no total pago.
Erro #3: Pedir menos do que precisa pra "pagar menos parcela"
Cliente pede R$ 60 mil, faz a operação, e 8 meses depois precisa de mais R$ 30 mil. Aí tem que fazer OUTRA operação de home equity — e paga cartório, avaliação e IOF DE NOVO.
Custo: dois cartórios = R$ 6.400 em vez de R$ 3.200. Duas avaliações = R$ 900 em vez de R$ 450. Total: R$ 3.650 jogados fora.
(Regra Solva: sempre simule 20% a mais do que você acha que precisa. Melhor sobrar na conta do que ter que refazer tudo.)
Erro #4: Não perguntar sobre prazo de carência
A CredBlue oferece até 90 dias de carência pra primeira parcela. Mas você precisa pedir isso na contratação — não vem automático. Se não pedir, a primeira parcela vence 30 dias após a liberação.
Custo: se você liberou dia 10 e contava com os 90 dias pra organizar fluxo de caixa, mas a parcela vence dia 10 do mês
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