Quais bancos fazem home equity em Brasília?
22 bancos operam home equity em Brasília: 3 grandes (Bradesco, Itaú, Santander), 5 médios (BV, Daycoval, Inter, Bari, Paulista) e 14 instituições digitais. Taxas entre 0,89% e 1,49% a.m.
Resposta direta: 22 bancos fazem home equity em Brasília — 3 bancões (Bradesco, Itaú, Santander), 5 bancos médios (BV, Daycoval, Inter, Bari, Paulista), 12 fintechs/SCDs (Creditas, C6, CashMe, Crediblue, BS2, Galleria, Pontte, Sofisa, Rodobens, T-Cash, Zili, GVCash) e 2 cooperativas (Sicoob, Unicred). Taxas entre 0,89% e 1,49% a.m. dependendo do banco e perfil.
Por Gabrielle Aksenen
Especialista em Home Equity · Cofundadora Solva · 8 anos no mercado
A resposta curta (pra quem só quer saber agora)
Todo banco que opera home equity no Brasil atende Brasília — não existe restrição geográfica nessa modalidade desde que o imóvel esteja regularizado com matrícula no Cartório de Registro de Imóveis do DF. Em 2026, são 22 instituições ativas: os 3 grandes (Bradesco, Itaú, Santander), 5 bancos médios (BV, Daycoval, Inter, Bari, Paulista) e 14 digitais entre fintechs e cooperativas.
Segundo a ABECIP, Brasília responde por 8,4% do volume nacional de home equity — R$ 753 milhões contratados em 2024. O DF tem características que favorecem o produto: valor médio do m² de R$ 8.947 (FipeZap dez/2025), renda média domiciliar de R$ 9.200 (IBGE) e 41% dos imóveis quitados acima de R$ 800 mil.
Mas calma — tem detalhes que fazem diferença
Olha, tecnicamente todos os 22 bancos "fazem" home equity em Brasília. Mas alguns têm políticas internas que complicam pra certos perfis.
O Bradesco, por exemplo, só libera home equity no DF pra clientes Prime (renda acima de R$ 20k comprovada) ou imóveis acima de R$ 2 milhões. Já o Daycoval aceita servidor público sem renda formal declarada se o imóvel vale mais de R$ 1,5 milhão. A Creditas opera 100% digital em Brasília desde 2023, mas exige escritura pública registrada (não aceita apenas contrato de gaveta ou escritura não registrada).
E tem outro ponto: prazo de aprovação varia brutalmente. Bancões levam 18-25 dias úteis em média no DF. Bancos digitais entregam em 7-12 dias úteis (dados internos Solva, base 2025). Isso acontece porque os grandes ainda dependem de análise presencial do imóvel e comitê regional.
Quais operam REALMENTE em Brasília (e como)
Bancões (3)
- Bradesco: taxa a partir de 1,19% a.m., LTV até 60%, exige conta corrente + relacionamento Prime. Prazo médio 22 dias úteis.
- Itaú: taxa a partir de 1,09% a.m., LTV até 60%, aceita não-clientes mas cobra 0,15 p.p. a mais. Prazo médio 20 dias úteis.
- Santander: taxa a partir de 1,29% a.m., LTV até 50%, só pra clientes Select. Prazo médio 25 dias úteis.
Bancos médios (5)
- BV: taxa a partir de 0,99% a.m., LTV até 60%, 100% digital, aceita servidor sem contracheque. Prazo médio 12 dias úteis.
- Daycoval: taxa a partir de 1,09% a.m., LTV até 50%, forte em Brasília (escritório local). Prazo médio 15 dias úteis.
- Inter: taxa a partir de 0,89% a.m. (menor do mercado), LTV até 60%, exige ser correntista há 6+ meses. Prazo médio 10 dias úteis.
- Bari: taxa a partir de 1,19% a.m., LTV até 40%, conservador na avaliação. Prazo médio 18 dias úteis.
- Paulista: taxa a partir de 1,39% a.m., LTV até 50%, aceita imóvel comercial. Prazo médio 14 dias úteis.
Digitais/Fintechs (12)
- Creditas: taxa a partir de 0,99% a.m., LTV até 60%, líder em volume no DF (28% market share segundo ABECIP 2024). Prazo médio 8 dias úteis.
- C6 Bank: taxa a partir de 1,09% a.m., LTV até 50%, exige ser cliente PF. Prazo médio 12 dias úteis.
- CashMe: taxa a partir de 1,29% a.m., LTV até 40%, libera até em 72h mas volume limitado (máx R$ 300k). Prazo médio 7 dias úteis.
(Demais digitais — Crediblue, BS2, Galleria, Pontte, Sofisa, Rodobens, T-Cash, Zili, GVCash — operam com taxas entre 1,19%-1,49% a.m. e LTV 40-50%)
Cooperativas (2)
- Sicoob: taxa a partir de 0,95% a.m., LTV até 50%, só pra cooperados há 1+ ano. Forte no Gama e Taguatinga. Prazo médio 20 dias úteis.
- Unicred: taxa a partir de 1,05% a.m., LTV até 50%, só pra cooperados. Prazo médio 22 dias úteis.
O que ninguém te conta sobre isso
A maioria dos comparadores online mostra "bancos que fazem home equity" como se todos tivessem a mesma política. Mentira.
Tem 3 coisas que mudam MUITO entre eles em Brasília especificamente:
-
Avaliação do imóvel: bancões usam engenheiro credenciado que cobra R$ 2.500-4.000 e leva 10-15 dias. Digitais usam algoritmo + vistoria online (R$ 400-800, 2-3 dias). Diferença de 2 semanas no prazo total.
-
Aceitação de servidor público: BV, Daycoval e Creditas liberam sem contracheque se o imóvel vale 3x+ o valor solicitado. Bradesco e Itaú exigem IR completo + extratos. Se você é servidor, essa diferença vale 5-8 pontos percentuais de aprovação (dados internos Solva).
-
Imóvel funcional da União: nenhum banco aceita imóvel funcional (aqueles cedidos pra servidor federal/militar). Mas se você mora num funcional e TEM outro imóvel próprio no DF, todos aceitam dar garantia no próprio. Cliente confunde isso toda semana.
E tem um ponto que custa dinheiro: aceitar a primeira proposta sem comparar com pelo menos 5-7 bancos custa em média R$ 89 mil a mais pagos em juros ao longo de 120 meses numa operação de R$ 500 mil. Fiz essa conta com base em 47 operações Solva em Brasília em 2025 — a diferença entre a melhor e a pior taxa oferecida pro MESMO cliente foi de 0,41 p.p. em média.
Erros comuns que custam dinheiro
Erro 1: Ir direto no banco onde tem conta
Custo: R$ 67k a mais em juros (operação R$ 400k, 10 anos). Cliente bancão paga em média 0,38 p.p. a mais que se comparasse com digitais.
Erro 2: Aceitar LTV de 50% sem negociar
Custo: deixa R$ 100k+ na mesa. Se seu imóvel vale R$ 1 milhão e o banco oferece até R$ 500k, outros 8 bancos podem oferecer até R$ 600k (LTV 60%). Diferença: R$ 100 mil de liquidez.
Erro 3: Esquecer que cooperativa exige ser cooperado ANTES
Custo: 30-45 dias de atraso. Sicoob e Unicred exigem 12 meses de cooperado. Se descobrir isso só na hora de contratar, perde a janela (e a taxa pode subir 0,20 p.p. em 2 meses).
**Erro 4: Não conferir se a mat
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