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Pergunta frequente

Posso fazer home equity sendo PJ?

Sim, você pode fazer home equity sendo PJ — 18 dos 22 bancos parceiros Solva aprovam PJ, com taxas a partir de 0,99% ao mês. Veja como comprovar renda e quais documentos você precisa.

24 de abril de 20256 min de leiturahome equityperguntas frequentespjdocumentacao

Resposta direta: Sim, você pode fazer home equity sendo PJ. 18 dos 22 bancos parceiros Solva aceitam pessoa jurídica — com taxas a partir de 0,99% ao mês. A diferença está na comprovação de renda: você vai precisar de 12-24 meses de faturamento via DRE ou pro-labore + balanço patrimonial da empresa.

Por Gabrielle Aksenen — Especialista em Home Equity · Cofundadora Solva · 8 anos no mercado

A resposta curta (pra quem só quer saber agora)

Você sendo PJ pode sim contratar home equity — 82% dos bancos da plataforma Solva aprovam operações pra pessoa jurídica. A taxa começa em 0,99% ao mês (Itaú, condições específicas) e vai até 1,79% ao mês nos bancos médios.

A principal diferença pro CLT: você vai precisar mostrar 12-24 meses de faturamento consistente da sua empresa via DRE (Demonstração de Resultado do Exercício) ou retirada de pro-labore. Segundo dados internos da Solva, operações PJ representam 31% do volume intermediado em 2024 — contra 18% em 2022.

Mas calma — tem detalhes que fazem diferença

Olha, a resposta curta acima vale pra 80% dos casos. Mas tem nuances que podem mudar a jogada pro seu caso específico.

Por exemplo: se você abriu a empresa faz menos de 6 meses, 14 dos 18 bancos vão negar automaticamente. Se a empresa tá no Simples Nacional e fatura acima de R$ 4,8M/ano, 9 bancos pedem migração pro Lucro Real antes de aprovar. E se você tem sócios com participação acima de 25%, alguns bancos vão exigir aval desses sócios também.

Esses detalhes custam tempo e dinheiro quando você descobre só no meio do processo. Por isso vale entender o mapa completo antes de começar.

Quando vale (e quando não vale) ser PJ no home equity

Cenário A: Vale muito a pena Você é MEI ou PJ no Simples faturando R$ 15k-R$ 80k/mês de forma consistente há mais de 12 meses. Tem contabilidade organizada (contador envia DRE mensalmente). Nesse caso, você consegue taxas similares ao CLT — média de 1,29% ao mês no mercado segundo ABECIP — e libera entre 40-60% do valor do imóvel.

Exemplo real Solva (março/2025): arquiteta PJ, faturamento médio R$ 32k/mês há 18 meses, apartamento avaliado em R$ 1,2M quitado. Liberou R$ 480k a 1,19% ao mês no Bradesco em 144 meses. Usou R$ 280k pra reformar o escritório e R$ 200k pra capital de giro.

Cenário B: Complica (mas não impossibilita) Você abriu a PJ há menos de 12 meses OU tem faturamento irregular (alguns meses R$ 50k, outros R$ 5k). Nesse caso, 11 dos 18 bancos vão pedir garantias adicionais: aval de terceiros, segunda garantia imobiliária, ou aceitar LTV mais baixo (30-40% em vez de 50-60%).

Cenário C: Não vale Você é PJ com faturamento abaixo de R$ 8k/mês médio nos últimos 12 meses. A maioria dos bancos considera renda insuficiente pra operações acima de R$ 100k. Nesse caso, faz mais sentido você pegar o crédito como pessoa física (se tiver outra fonte de renda comprovável) ou esperar a empresa crescer.

O que ninguém te conta sobre PJ no home equity

A maioria dos artigos esquece de mencionar que a documentação da sua empresa importa mais que a documentação pessoal.

Semana passada um cliente PJ foi negado pelo Santander mesmo tendo imóvel de R$ 2,8M quitado. Motivo: a contabilidade dele tinha 4 meses de atraso na entrega das obrigações acessórias (DCTF, EFD-Contribuições). O banco considerou "risco contábil".

Outro ponto: bancos olham pra composição da receita. Se 80%+ do seu faturamento vem de 1 único cliente, 7 bancos consideram isso concentração de risco e pedem taxa 0,15-0,30 p.p. maior. Se você tem receita pulverizada (10+ clientes), consegue condições melhores.

E tem isso: se você é MEI faturando próximo do teto (R$ 81k/ano em 2025), alguns bancos sugerem você migrar pra ME antes de contratar. Por quê? Porque se você ultrapassar o teto durante a vigência do contrato, tecnicamente muda sua categoria tributária e isso pode gerar fricção na análise de crédito anual que alguns bancos fazem.

Erros comuns que custam dinheiro

Erro 1: Não organizar a contabilidade antes de simular Custo: 3-6 semanas de atraso + risco de negativa. Bancos pedem DRE e balanço patrimonial dos últimos 12-24 meses. Se seu contador não entrega isso em 48h, você perde janelas de proposta (taxas mudam semanalmente). Solução: antes de simular, peça pro contador gerar DRE consolidada do período + certidões negativas atualizadas.

Erro 2: Declarar pro-labore menor que a realidade pra pagar menos imposto Custo: crédito negado ou LTV reduzido. Se você declara pro-labore de R$ 5k mas precisa de R$ 400k financiados a 120 meses (parcela ~R$ 6.800 a 1,29% a.m.), o banco não aprova — sua renda oficial não cobre 30% de comprometimento. Na Solva a gente vê isso em 40% das simulações PJ. Se você retira via distribuição de lucros, declare pro-labore compatível com a necessidade de crédito pelo menos 6 meses antes.

Erro 3: Misturar conta PJ com conta pessoal Custo: análise de crédito rejeitada por "movimentação atípica". Bancos fazem análise comportamental dos últimos 90 dias de extrato da empresa. Se você usa a conta PJ pra pagar conta de luz da sua casa, supermercado, Netflix, o algoritmo reprova. Solução: separe 100% das finanças PJ/PF no mínimo 3 meses antes de solicitar o crédito.

Erro 4: Achar que MEI tem as mesmas condições que ME/EPP Custo: surpresa com documentação extra. MEI tem processo simplificado, mas 5 bancos pedem declaração de faturamento complementar assinada por contador (mesmo você não sendo obrigado a ter contador). Outros 3 bancos limitam LTV em 50% pra MEI vs 60% pra ME. Pergunte isso na simulação.

Erro 5: Não avisar os sócios que o banco pode pedir aval Custo: operação travada no meio do caminho. Se você tem sócio com 25%+ de participação, 12 dos 18 bancos vão pedir análise de crédito dele também + possível aval. Se o sócio tá negativado ou tem restrição, complica. Na Solva a gente mapeia isso logo na primeira conversa pra evitar surpresa.

Como saber se faz sentido pro seu caso

Responda essas 5 perguntas:

  1. Sua empresa tem mais de 12 meses de operação com faturamento consistente? (Mínimo R$ 8k/mês médio)
  2. Você tem DRE e balanço patrimonial dos últimos 12-24 meses organizados? (Contador consegue enviar em 48h)
  3. Seu imóvel está avaliado em pelo menos R$ 400k e tem matrícula limpa? (Sem pendências judiciais)
  4. Você separa 100% das movimentações PJ das pessoais? (Contas bancárias distintas)
  5. Seus sócios (se houver) topam passar por análise de crédito? (Alguns bancos exigem)

Se você respondeu sim pra 4-5 dessas perguntas, faz sentido simular. A Solva compara propostas reais de 18 bancos que aceitam PJ em até 24 horas, com curadoria via WhatsApp. Você envia a documentação uma vez e a gente distribui pros bancos compat

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